About Me
sketchbook O Juan nasceu em Puerto Cabello - Venezuela, dia 29 de Maio no ano de 1981 e veio com a família para Portugal passados 7 anos. Estudou Pintura na ARCA|EUAC em Coimbra e vive e faz arte em Cantanhede até à data. Desde novo que empurro as artes com um par de mãos e olhos, que é quase sempre suficiente, mas às vezes (poucas) recorro a um cérebro (emprestado, claro). Isto porque simplesmente é preciso. É preciso criar, de elos de ligação do cérebro, das mãos e do coração exterior. Só isso. E isso vale mais que qualquer outro motivo. Convosco (uns mais do que outros) partilho uma visão muito peculiar, bebendo desta fonte criativa que nos rodeia, tenho sido, não poucas vezes, percepcionado como, e para não fugir à nomenclatura precisa, um verdadeiro demente. Ora, para além de reconhecer nessa afirmação um forte elogio, tendo em conta a sociedade em que diariamente nos tentamos inserir, e o excesso de normalização nela presente, aproveito para fazer dela a minha bandeira, o meu cartão de visita. Não procurando reconhecimento fácil, do tipo que se compra ou se consegue apregoando. O que me atrai é a confiança plena na minha capacidade de fazer bem, mas diferente. E isso não se compra, nem se inventa, nem se espera… consegue-se fazendo, e só assim.
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Interests
la factoria del ritmo: "aconselhadíssimo" Tragic Story with a Happy Ending Histoire Tragique avec Fin Heureuse Nesta categoria de coisas interessantes, encontra-se uma pequena pérola no que diz respeito à area do cinema de animação, também conhecido como a oitava arte. É uma curta metragem de Regina Pessoa apresentada em 2005. Para quem não viu, não sabia ou não sabe, esta curta metragem (creio que) ainda se encontra à venda na fnac. Trata-se de um livro com ilustrações da história a acompanhar o filme em formato DVD. O DVD inclui as versões Portuguesa e Inglesa com narração de Manuela Azevedo (clã) e Alina Lowhenson respectivamente. Sinopse: História Trágica com Final Feliz Há pessoas que, contra a sua vontade, são diferentes. Tudo o que desejam é serem iguais aos outros, misturarem-se deliciosamente na multidão. Há quem passe o resto da sua vida lutando para conseguir isso, negando ou tentando abafar essa diferença. Outros assumem-na e dessa forma elevam-se, conseguindo assim um lugar junto dos outros… no coração.
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Favorite Movies
alphaville Jean-Luc Godard
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Favorite Books
Don Quijote de la Mancha Miguel de Cervantes y Saavedra
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Favorite Quote
[Agora sinto vontade de gritar e recitar palavras começadas por EFFE!]
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hi5 Games
juan daniel hasn't played any games recently.
Journal

Esta coisa de gostar de alguém não é para todos e, por vezes – em mais casos do que se possa imaginar – existem pessoas que pura e simplesmente não conseguem gostar de ninguém. Esperem lá, não é que não queiram – querem! – mas quando gostam – e podem gostar muito – há sempre qualquer coisa que os impede. Ou porque a estrada está cortada para obras de pavimentação. Ou porque sofremos de diabetes e não podemos abusar dos açucares. Ou porque sim e não falamos mais nisto. Há muita gente que não pode comer crustáceos, verdade? E porquê? Não faço ideia, mas o médico diz que não podemos porque nascemos assim e nós, resignados, ao aproximar-se o empregado de mesa com meio quilo de gambas que faz favor, vamos dizendo: “Nem pensar, leve isso daqui que me irrita a pele”.
Ora, por vezes, o simples facto de gostarmos de alguém pode provocar-nos uma alergia semelhante. E nós, sabendo-o, mandamos para trás quando estávamos mortinhos por ir em frente. Não vamos.. E muitas das vezes, sabendo deste nosso problema, escolhemos para nós aquilo que sabemos que, invariavelmente, iremos recusar. Daí existirem aquelas pessoas que insistem em afirmar que só se apaixonam pelas pessoas erradas. Mentira. Pensar dessa forma é que é errado, porque o certo é perceber que se nós escolhemos aquela pessoa foi porque já sabíamos que não íamos a lado nenhum e que – aqui entre nós – é até um alívio não dar em nada porque ia ser uma chatice e estava-se mesmo a ver que ia dar nisto. E deu. Do mesmo modo que no final de 10 anos de relacionamento, ou cinco, ou três, há o hábito generalizado de dizermos que aquela pessoa com quem nós nos casámos já não é a mesma pessoa, quando por mais que nos custe, é igualzinha. O que mudou – e o professor Júlio Machado Vaz que se cuide – foram as expectativas que nós criamos em relação a ela. Impressionados?
Pois bem, se me permitem, vou arregaçar as mangas. O que é díficil – dizem – é saber quando gostam de nós. E, quando afirmam isto, bebo logo dois dry martinis para a tosse. Saber quando gostam de nós? Mas com mil raios, isso é o mais fácil porque quando se gosta de alguém não há desculpas nem “ ai que amanhã não dá porque tenho muito trabalho”, nem “ ai que hoje era bom mas tenho outra coisa combinada” nem “ ai que não vi a tua chamada não atendida”.
Quando se gosta de alguém – mas a sério, que é disto que falamos – não há nada mais importante do que essa outra pessoa. E sendo assim, não há sms que não se receba porque possivelmente não vimos, porque se calhar estava a passar num sítio sem rede, porque a minha amiga não me deu o recado, porque não percebi que querias estar comigo, porque recebi as flores mas pensava não serem para mim, porque não estava em casa quando tocaste.
Quando se gosta de alguém temos sempre rede, nunca falha a bateria, nunca nada nos impede de nos vermos e nem de nos encontrarmos no meio de uma multidão de gente. Quando se gosta de alguém não respondemos a uma mensagem só no final do dia, não temos acidentes de carro, nem nunca os nossos pais se sentiram mal a ponto de nos impossibilitarem o nosso encontro. Quando se gosta de alguém, ouvimos sempre o telefone, a campaínha da porta, lemos sempre a mensagem que nos deixaram no vidro embaciado do carro desse Inverno rigoroso. Quando se gosta de alguém – e estou a escrever para os que gostam - vamos para o local do acidente com a carta amigável, vamos ter com ela ao corredor do hospital ver como estão os pais, chamamos os bombeiros para abrirem a porta, mas nada, nada nos impede de estar juntos, porque nada nem ninguém é mais importante, do que nós.
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hi5 Gifts
juan daniel has no unwrapped gifts.
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Olá!
È provável que nao te recordes de mim ate porque nao tivemos grande contacto,mas andámos a estudar em Cantanhede na mesma altura.
Para alem de te conhecer de vista já que nao somos de zonas muito distantes....e pelo menos um amigo temos em comum julgo eu...o Vitó :)...
Beijos